Apoio Cliente: (+351) 254 613 801

Notícias

Previous Next

Covid-19. O que acontece ao vírus depois da vacinação?

Um grupo de investigadores estudou o comportamento de quatro outros coronavírus e concluiu que o SARS-Cov-2 não vai desaparecer, vai tornar-se endémico. Mas tal depende ainda da imunidade.

Ainda se trava o combate à pandemia sem um fim previsto à vista, mas médicos, cientistas e políticos já refletem como será depois da vacinação e de uma possível imunidade de grupo. Será que a Covid-19 desaparece ou terá uma mutação benigna tornando as vacinas inúteis? Será que se torna uma espécie de gripe sazonal?

Uma equipa das universidades de Emory e Pensilvânia, nos Estados Unidos, desenvolveu um modelo que foi publicado na última edição da Science, e que conclui que o SARS Cov-2 se torne endémico, ou seja, que passe a ser mais um dos coronavírus que circulam atualmente na comunidade ao qual as pessoas passam a estar expostas logo na infância, noticia o El Mundo. Significa isto que é possível que o vírus não desapareça e que haja mesmo reinfeções, mas com sintomas menos fortes.

Para chegar a esta conclusão, os investigadores compararam quatro coronavírus semelhantes ao Influenza e ao SARS Cov-1, que muitas vezes causam resfriados. Para já há estudos que indicam que um doente com Covid-19 poderá ficar imune à doença durante uma média de oito meses,  mas ainda não é certo como é que os anticorpos e células de memória se traduzem em proteção contra a doença ou a sua transmissão, pelo que é ainda desconhecido perceber como reagirá um adulto que apanhe a doença pela primeira vez.
 
Por isso, o tempo de o SARS-Cov-2 se tornar endémico depende da velocidade a que o vírus se espalhe e da resposta que as vacinas lhe possam dar relativamente à imunidade. Se as vacinas não protegerem as pessoas de uma reinfeção, mas reduzirem a gravidade da doença — como acontece com outros coronavírus endémicos — o vírus que causou esta pandemia mundial pode tornar-se endémico mais rapidamente. Neste caso as crianças sofrem pouco com a sua infeção e a vacinação generalizada pode não ser necessária.
 
Por outro lado, se a infeção infantil por SARS-CoV-2 se tornar mais grave, a vacina contra este vírus poderá entrar na nossa rotina de vacinação.
 

in observador.pt

Notícias Relacionadas

"Riscos para a saúde". DGS alerta para massa de ar do Norte de África que está a afetar Portugal

"Riscos para a saúde". DGS alerta para massa de ar do Norte de África que está a afetar Portugal

Uma massa de ar do Norte de África está a provocar uma "fraca qualidade do ar no continente",...

Dia Mundial do Combate à Tuberculose: Luta contra a doença recua 12 anos com a pandemia

Dia Mundial do Combate à Tuberculose: Luta contra a doença recua 12 anos com a pandemia

Doze meses de pandemia inverteram 12 anos de progresso global contra a tuberculose, pior do que o...

Mesmo sem diabetes, infetados com alto nível de açúcar no sangue pioram

Mesmo sem diabetes, infetados com alto nível de açúcar no sangue pioram

De acordo com um novo estudo do Centro Médico da Universidade do Estado de Nova Iorque (SUNY), que...

Image
Image

Joomla Theme

It is the best Joomla template in the market, because we have boosted the constructor so that you can create unlimited pages that are never the same.

Unitemplates

For 10 years we have created the best template for Joomla.